Por muito tempo esse espaço esteve parado...
Foi criado para percorrer um determinado caminho mas acabou esquecido e abandonado na primeira curva.
Que esse caminho floresça, ainda que não siga
exatamente o traçado original.
Seja nosso (a) companheiro(a) nessa jornada, se assim o desejar.

-----------------------------------------------------------------------------------------------------------Heloisa
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O reflexo das nossas buscas, encontros e desencontros pelos caminhos da Vida.

sábado, 14 de maio de 2011

Como a Fênix

A fênix é um pássaro mitológico que quando morria, entrava em auto-combustão e, passado algum tempo, renascia das próprias cinzas. Teria penas brilhantes, douradas e vermelho-arroxeadas, e seria do mesmo tamanho ou maior do que uma águia. Segundo alguns escritores gregos, vivia exatamente quinhentos anos. No final de cada ciclo de vida, queimava-se numa pira funerária, construída de ramos de canela, sálvia e mirra, feita por ela mesma. De suas cinzas nascia uma nova fênix, que colocava piedosamente os restos da antiga num ovo de mirra, que era depositado no Altar do Sol.
A vida longa da fênix e o seu dramático renascimento das próprias cinzas transformaram-na em símbolo da imortalidade e do renascimento espiritual.


Hoje vivemos, de certa forma, um momento de renascimento. Conseguimos “queimar” parte de uma “vida antiga”, resquícios de um carma que demorou anos para ser cumprido – e, até mesmo, compreendido. Nossa pira ainda arde e podemos perceber que suas chamas estão chegando ao fim. Começa o tempo de recolher amorosamente essas cinzas, construir o “ovo” que as guardará e ir em busca do nosso “altar do Sol”.
O Sol que brilha hoje diz que o tempo de alçar vôo está próximo.
Meu amor, meu grande companheiro nessa estrada, já abre suas asas testando a passagem do vento e as correntes de ar. A sua hora está chegando.
A minha começará simultaneamente.
E ambos, juntos, ganharemos os céus.
Heloisa


Há dois tipos de nascimento. Um, através dos outros — do pai, da mãe —, é o nascimento físico. O outro nascimento você dá a si mesmo; você tem de nascer de si mesmo; tem de se tornar o ventre, o pai, a mãe e a criança. Você tem de morrer como passado e nascer como futuro. Você tem de gerar a si próprio.  (Osho)



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